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Empresas capixabas voltam com venda direta para clientes e 77% delas já estão funcionando

7ª Pesquisa do Sebrae, em parceria com FGV, aponta que 13% das empresas capixabas retomaram a venda direta com os clientes durante o mês de agosto.
Por Redação
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A partir do mês de agosto de 2020, 13% dos empreendedores voltaram a realizar a venda direta para o cliente final como alternativa de recuperação do mercado após o período mais crítico da pandemia da Covid-19. A 7ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios feita pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a FGV, aponta ainda que 64% dos pequenos negócios no Espírito Santo se adaptaram e passaram a funcionar com mudanças, por conta da crise sanitária. Das empresas capixabas entrevistadas, 77%  já estão funcionando.

De acordo com Pedro Rigo, superintendente do Sebrae/ES, percebe-se que o empresário tem buscado alternativas para melhorar o seu faturamento mensal. “Os empresários têm tomado decisões com base nas mudanças de comportamento e hábitos do consumidor que, neste momento, tem valorizado um atendimento mais personalizado que ofereça melhores condições de segurança e higiene”, destacou.

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A retomada pela venda direta significa que os empresários estão abrindo seus negócios e realizando os atendimentos diretamente com seus clientes. Até o mês de julho, essa prática ainda não aparecia nos resultados das pesquisas. Isso mostra que, mesmo de forma ainda tímida, as empresas estão retomando seu funcionamento, abrindo as portas e recebendo o público, seguindo as medidas de segurança. Com isso, as vendas por delivery diminuíram. Enquanto no final de julho 24% das empresas capixabas passaram a fazer mais delivery, no final de agosto esse número caiu para 13%. A pesquisa também mostra que de agosto para julho as vendas online passaram de 35% para 26%.

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Esses dados mostram a importância do empresário ficar atento às medidas de segurança e seguir as orientações das autoridades de saúde. “É importante que todas as orientações sejam seguidas para evitar o risco de contaminação do novo coronavírus e, assim, as empresas continuarem funcionando, oferecendo segurança aos seus clientes e colaboradores”, afirma Pedro Rigo.

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Outra adaptação feita pelos pequenos negócios foi a mudança na linha de produtos ou serviços oferecidos pela empresa. Até julho, apenas 12% das empresas tinham realizado essa adaptação; já em agosto, nesta última pesquisa, esse percentual subiu para 26%.

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A pesquisa mostra que, no geral, a perda média de faturamento dos pequenos negócios vem diminuindo nos últimos meses. No período mais crítico analisado pelo Sebrae (abril), mais de 90% dos pequenos negócios capixabas sofreram queda do faturamento. Atualmente, 77% das empresas ainda sentem as perdas no faturamento mensal.

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A 7ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios foi realizada entre os dias 27 e 31 de agosto, e ouviu 182 pequenos negócios no Espírito Santo. 

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